O que esperar do próximo regresso às aulas?

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O que esperar do próximo regresso às aulas?

 

No meio de toda a incerteza e instabilidade causada pela Covid19, o Ministério da Educação já divulgou as datas de início do ano letivo 2020/2021 bem como o calendário escolar e algumas medidas que permitirão o regresso presencial às aulas.

 

As datas previstas para o próximo ano são:

 

  • 1º Período – começa entre 14 e 17 de setembro, com o último dia de aulas a 18 de dezembro
  • 2º Período – Tem início a 4 de janeiro de 2021 e termina a 24 de março
  • 3º Período – Tem início a 6 de abril de 2021 e termina a 9 de junho (para o 9º, 11º e 12º), a 15 de junho (7º, 8º e 10º) e a 30 de junho (ensino pré-escolar e 1º e 2º ciclos)

As primeiras cinco semanas serão dedicadas à recuperação dos conteúdos que ficaram por lecionar devido à Covid-19 e ao consequente ensino à distância. As férias da Páscoa serão mais curtas e o terceiro período mais longo.

 

A partir de Setembro a prioridade será o regime de ensino presencial, apesar de as orientações para as escolas preverem também regimes misto e não presencial no caso de acontecer uma regressão sanitária. Os alunos que beneficiam de ação social escolar ou protegidos pelas comissões de proteção de crianças e jovens vão ter aulas na escola, mesmo nos regimes misto e não presencial.

 

Em relação ao regresso presencial às escolas, o Ministério da Educação, em conjunto com a DGS, divulgou algumas das medidas obrigatórias para todas as pessoas que entrem nos estabelecimentos de ensino.

 

 

Uso de Máscara Obrigatório

 

A primeira norma para garantir a segurança no regresso às aulas presenciais é o uso obrigatório de máscara dentro de todos os estabelecimentos de ensino por todas as pessoas que entrem na escola: professores, pessoal não docente, encarregados de educação e também pelos alunos a partir do 2º ciclo. O Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, anunciou que serão distribuídas máscaras e outros equipamentos de proteção individual às escolas para o regresso às aulas em setembro.

 

 

Lavar as mãos

 

Deve ser disponibilizada solução de álcool gel em vários pontos dos estabelecimentos de ensino e a lavagem das mãos com água e sabão deve passar a ser prática habitual.

 

 

Divisão de Horários

 

De acordo com as normas da Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), os horários das turmas devem ser organizados em turnos de meio dia para que a concentração de alunos dentro dos estabelecimentos de ensino seja reduzida a 50%.

Preferencialmente, as aulas devem ser lecionadas em espaços amplos. Sempre que for possível e não comprometa a saúde dos alunos, as salas de aula devem ser arejadas, mantendo as janelas e portas abertas, de modo a permitir uma melhor circulação do ar.

A cada turma deve ser atribuída uma sala de aula permanente, onde os alunos devem ter lugares fixos. As mesas devem estar dispostas, preferencialmente, com a mesma orientação e as horas de almoço devem ser desfasadas para evitar concentrações.

 

 

Afastamento Social

 

De acordo com as orientações da Direção-Geral da Saúde enviadas às escolas, deve ser garantido “sempre que possível” um afastamento social de um metro, medida que gerou alguma polémica pois é uma distância menor do que a praticada até agora. Sempre que possível, deve garantir-se um distanciamento físico entre os alunos e entre alunos/docentes.

 

 

Por fim, será necessário apostar em mais profissionais, pelo que foi anunciado uma verba de 125 milhões de euros destinada à contratação de professores, pessoal não docente e técnicos especializados, incluindo assistentes sociais, psicólogos e mediadores, para facilitar a recuperação dos alunos.

Vão ainda ser investidos 400 milhões de euros para lançamento de concursos para comprar computadores e garantir conectividade entre 2020 e 2021, no âmbito do projeto Escola Digital.

 

 

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